Finalizou-se no sábado, dia 19 de fevereiro, a Conferência Mundial Sobre Desenvolvimento de Cidades. Minha conclusão é que a conferência foi muito válida para quem discutia as condições estruturais das cidades espalhadas pelo mundo, de modo que se podiam trocar experiências bem sucedidas, para serem usadas em lugares que não vem tendo êxito em suas ações.
A questão política mesmo muito discutida, no meu ver não saiu das tradicionais posições radicais latino americanas, que pouco argumentam e muito reclamam. Na minha visão as discussões políticas tiveram pouca grandeza, também poque vi palestrantes com pouco ou nenhum potencial ideológico e argumentativo suficientes para convencer algum dos presentes. Mesmo com os protestos muito validos e que deram ares de reais momentos de tensão, nos espaços de feira tudo permanecia na maior tranqüilidade.
Em geral eu achei que conferência serviu muito como propaganda governamental e pouco como real discussão de temas polêmicos. As palestras, painéis e comunicações duravam em media uma ou duas horas e permitiam aos participantes 10 minutos para questionamentos, quando muito. È provável que a conferência tenha atingido seus objetivos, pois a larga comunicação corporativa estava bem presente.
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